Décimo segundo episódio da série de registros da Orquestra Insólita, grupo de experimentação sonora e improvisação musical livre que nasce da parceria entre o Laboratório de Música e Sonoplastia da Universidade Federal do Tocantins, coordenado por Heitor Martins Oliveira, e a Fundação Cultural de Palmas, através do Centro de Criatividade e do professor de Teoria e Criação Musical, Leonardo Luigi Perotto.
No segundo encontro de 2026, em 10 de março, a Orquestra Insólita recebe participantes e retoma suas práticas. Ao longo do encontro conversamos sobre as percepções de tempo e realizamos práticas com enquadramentos de Temporizador e Investidas. Explicando: no exercício, a duração total estava limitada a um alarme que iria soar após 10 minutos e a participação estava limitada a três intervenções sonoras por cada participante (a duração de cada investida ficava a critério do participante).
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| João Carlos Parente Costa em momento de experimentação sonora com a marimba |
A partir dessa preparação, partimos para a gravação de um experimento. Trabalhamos com os modelos de interação sonora Corrente, Burburinho e Polirritmia. A ênfase no aspecto da interação sonora foi proposital, considerando que a preparação anterior dava aos participantes subsídios para conduzir suas próprias ações sonoras.
Experimento 18, com participações de Getson Lima Amoras, Heitor Martins Oliveira, João Carlos Parente Costa, Kamily dos Santos Monteiro Lima e Ludo Vasconcelos Alves.
Gravação realizada em 10 de março de 2026 no Laboratório de Música e Sonoplastia da Universidade Federal do Tocantins.

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